DOENÇA DE PARKINSON

Tratamento Avançado com Estimulação Cerebral Profunda (cirurgia de DBS)

Retome maior controle dos movimentos e a qualidade de vida.

Você ou um familiar enfrenta tremores, rigidez, lentidão motora ou flutuações que limitam o dia a dia? O Dr. Pedro Henrique Cunha, neurocirurgião funcional especializado em Distúrbios do Movimento, oferece avaliação especializada e as opções disponíveis de neuromodulação e cirurgia funcional para Parkinson.

O que é a Doença de Parkinson?

A Doença de Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo progressivo causado pela perda de neurônios produtores de dopamina na substância negra. Embora não tenha cura, tratamentos avançados podem contribuir para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Principais sintomas

Sintomas motores

Tremor em repouso, rigidez muscular, bradicinesia (lentidão), instabilidade postural e dificuldade para andar.

Sintomas não motores

Dor crônica, distúrbios do sono, depressão, ansiedade, alterações cognitivas e problemas de fala/deglutição.

Quando considerar um tratamento cirúrgico?

Após alguns anos, muitos pacientes apresentam flutuações motoras (“on-off”), discinesias e resposta insuficiente à levodopa. Nesses casos, a neurocirurgia funcional e a Estimulação Cerebral Profunda (cirurgia de DBS) tornam-se as melhores opções.

Estimulação Cerebral Profunda (cirurgia de DBS) – O padrão ouro no tratamento cirúrgico do Parkinson

Como funciona a cirurgia de DBS?

  • Planejamento com ressonância magnética de alta precisão;
  • Implante dos eletrodos com técnica estereotáxica (paciente acordado para testes);
  • Colocação do gerador de impulsos (marca-passo cerebral);
  • Programação pós-cirúrgica não invasiva.

Benefícios da cirurgia de DBS no Parkinson

  • Redução significativa de tremores, rigidez e bradicinesia;

  • Melhora da marcha e equilíbrio;

  • Redução da dose de medicamentos e das discinesias;

  • Maior autonomia e qualidade de vida.

Dr. Pedro Henrique Cunha

  • Neurocirurgião Funcional com foco em Distúrbios do Movimento e Dor;

  • Doutor em Neurologia pela USP;

  • Fellowship em Neurocirurgia Funcional e Dor no Hospital das Clínicas (HC-FMUSP);

  • Experiência em cirurgia de DBS e neuromodulação;

  • Coordenador do Grupo de Dor do Hospital Samaritano Higienópolis;

  • Prêmios internacionais: WFNS Young Neurosurgeon Award 2023;

  • Atendimento humanizado e abordagem multidisciplinar.

Tratamento integral além da cirurgia

Avaliação multidisciplinar completa

Manejo avançado da dor associada ao Parkinson

Integração com fisioterapia e reabilitação

Acompanhamento contínuo e ajustes da estimulação

Perguntas Frequentes sobre Parkinson e cirurgia de DBS

A cirurgia de DBS cura a Doença de Parkinson?

Não. A Estimulação Cerebral Profunda (cirurgia de DBS) não é curativa e não interrompe a progressão neurodegenerativa da doença. Ela atua modulando os circuitos elétricos anormais nos núcleos da base, interrompendo os padrões de sinalização que geram os sintomas motores. O objetivo é o controle sintomático significativo, melhorando a qualidade de vida, a funcionalidade e a autonomia do paciente, mas a doença continua seu curso natural.

Quem é bom candidato à cirurgia?

O candidato ideal geralmente é o paciente com Doença de Parkinson há pelo menos 4 anos, que ainda apresenta boa resposta à levodopa, mas que desenvolveu complicações motoras limitantes, como:

Flutuações motoras (“on-off”);
Discinesias induzidas por medicamentos;
Tremor refratário;
Rigidez ou bradicinesia inadequadamente controlados apesar de doses otimizadas de medicação.

O paciente deve passar por avaliação multidisciplinar completa (incluindo aspectos cognitivos, psiquiátricos e clínicos gerais) para confirmar que os benefícios superam os riscos. A boa resposta prévia à levodopa é um dos principais preditores de sucesso com a cirurgia de DBS.

A cirurgia é segura?

A cirurgia de DBS é considerada um procedimento seguro e eficaz quando realizado por equipe experiente em neurocirurgia funcional. Como em qualquer cirurgia cerebral, existem riscos, que incluem:

  • Infecção;
  • Sangramento intracraniano;
  • Complicações anestésicas (risco baixo);
  • Alterações transitórias ou permanentes de fala;
  • Declínio cognitivo (geralmente em pacientes com maior vulnerabilidade prévia).

Todos os riscos são minuciosamente discutidos na consulta de avaliação. A técnica estereotáxica moderna, o planejamento por imagem e o teste intraoperatório contribuem para a alta taxa de segurança do procedimento.

Quanto tempo duram os benefícios?

Os benefícios da cirurgia de DBS são duradouros e podem ser mantidos por muitos anos. Como o sistema é totalmente ajustável (programação não invasiva via telemetria), é possível realizar ajustes ao longo do tempo conforme a evolução da doença. A cirurgia de DBS não impede a progressão natural do Parkinson, mas o controle motor conquistado costuma se manter estável por longo prazo na maioria dos pacientes bem indicados.

É possível reduzir os remédios?

Sim. Um dos grandes benefícios da cirurgia de DBS é a possibilidade de redução significativa da dose de medicamentos, especialmente da levodopa. Essa redução frequentemente diminui os efeitos colaterais indesejados, como as discinesias (movimentos involuntários). Embora a maioria dos pacientes ainda necessite de alguma medicação após a cirurgia, a quantidade geralmente é menor, melhorando a qualidade de vida e reduzindo as flutuações motoras.

Pronto para dar o próximo passo no controle do Parkinson?

Não deixe o Parkinson limitar sua vida. Uma avaliação especializada pode fazer toda a diferença.

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Dr. Pedro Henrique Cunha
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